Tesão incontrolável, chupei garçom no banheiro de boteco sujo.
Sempre adorei beber uma cervejinha depois do trabalho e sempre frequentava o mesmo bar, localizado na região central da cidade. Todas às vezes que chegava, era recebida por Antônio, um garçom extrovertido e lindíssimo. Ele era negro, careca, alto e magro e, por incrível que pareça, esse era o meu tipo.
Ele nunca negava a minha ‘saidera’ e sempre flertávamos em tom de brincadeira.
Em uma quarta-feira, depois do jogo do Palmeiras, estava eu e uma amiga, senti que estava mais alcoolizada que o normal, meu marido foi me buscar e pedi para a amiga, que também já tinha bebido mais que deveria, mandar um bilhetinho para o garçom.
“Eu te acho um gatinho”, dizia na mensagem escrita no guardanapo.
Minha amiga entregou o bilhete pra Antônio, que apenas pegou a caneta, escreveu alguma coisa e devolveu o papel para o meu pombo-correio.
Quando ele voltou para a nossa mesa, eu já estava ansioso para descobrir o que teria pela frente. No bilhete, Antônio dizia: “Em 10 tô na pausa, me encontra no último andar”.
Vale destacar que o banheiro ficava no térreo, mas algumas vezes era possível usar o banheiro do último andar. Fiquei com a calcinha molhada só de imaginar o que poderia acontecer pela frente, principalmente porque o marido estava ali e eu queria guardar o clima de tesão pra ver se ele sentia. Depois de 15 minutos contados no relógio, fui até o último andar fingindo que queria fazer um xixi. Ao chegar, Antônio estava na porta do banheiro. Ele segurava o avental em uma mão e me encarava. Deu tempo apenas de sorrir e ele já chegou enfiando a língua na minha boca e apertando meu bumbum com a outra mão.
Ele foi me beijando e conduzindo meu corpo até o banheiro feminino. Me virou de costas e tirou minha calça e minha calcinha. Senti ele cuspindo nos dedos e enfiou três dele na minha boceta. Quando eu já estava completamente molhada, ele pegou a camisinha e enfiou o pau com força na minha boceta. E que pau! Sincronizamos os movimentos e ficamos ali metendo com força. Só era possível ouvir o barulho da sua barriga que batia com força na minha bunda. Gozei e senti que ele também gozou.
O tesão ainda estava incontrolável e eu ainda tinha desejo por aquele pau. Coloquei ele sentado na privada e ele continuava com o pau bem duro, não aguente, chupei aquele pau com gosto. Ele gozou de novo, agora na minha boca, me encarando. Engoli com gosto sua porra, que estava deliciosa.
Saí antes do banheiro e desci as escadas. Deixei Antônio se recuperar e quando vi ele descendo, ele já estava de avental e dei uma olhada safada pra ele e dei um beijão no meu marido, que ao ver o clima percebeu na hora e me beijou com uma paixão louca, saimos do bar com a amiga com tanta pressa que quase esquecemos ela lá, ao chegar em casa, transamos na garagem, o gosto de Antonio ainda tava em mim e meu marido louco me jogou no capo do carro e essa foi uma das nossas melhores transas ate hoje.
Nunca mais repetimos esse dia. Depois de alguns meses, Antônio acabou saindo do bar e arrumou um emprego em uma loja. Ainda frequento o mesmo bar e toda vez que vou no banheiro me lembro daquele pauzão e suspiro de saudade.
